Eu sempre amei viver.
E eu nunca tive aquilo que as pessoas chamam de uma vida espetacular. Sou um homem ordinário, CLT, calvo, que já passou — e com certeza passará — por alguns apertos, mas ainda assim vivo de maneira confortável e que tenta equilibrar todos os pratinhos da vida, com certeza de que um ou outro poderão cair. E tá tudo bem.
E eu sempre amei viver.
Este amor pela vida me sustentou nos momentos mais difíceis e desesperadores que passei. E se você também já passou por momentos assim ou esteja passando neste momento, talvez seja importante relembrar uma máxima da vida que nunca muda: tudo é movimento e tudo pode ser ressignificado. De longe, a gente já sabe que não é fácil, mas faz parte do jogo.
Eu sempre amei viver.
E o amor à vida me fez buscar um sentido maior para todos os encontros e desencontros que vivi. Para as alegrias, dores, picos e vales. Antes eu tinha a percepção de que eu não sabia de nada, hoje eu tenho certeza.
E por amar a vida é que agora eu cito Quintana:
“que a morte me encontre vivo”.


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